Rehder: Educomunicadora defensora do direito humano à comunicação e à educação virá ao II Colóquio

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Maria Célia Giudicisse Rehder é uma ativista em Direitos Humanos no Brasil, tendo passado pela ONG Viração como educadora da Plataforma dos Centros Urbanos, atuando em mais de 30 comunidades populares de São Paulo. Seu foco principal é o direito à comunicação reconhecido como espaço de expressão dos atores sociais em contexto educacional, social, cultural e político. Atualmente, trabalhando na Campanha Nacional pelo Direito à Educação (CNDE), a jornalista virá ao Colóquio para discutir o protagonismo juvenil e a luta pela educação básica para todos.

Maria Célia é membro do Conselho Científico Deliberativo da Associação Brasileira dos Pesquisadores e Profissionais em Educomunicação (ABPEducom). É mestre em direitos humanos defendido na Itália, especializada em Gestão da Comunicação, Educação e Cultura (ECA-USP) e jornalista pela Mackenzie.

Há 16 anos integra como pesquisadora o Núcleo de Comunicação e Educação da Universidade de São Paulo (NCE-USP). Nesse período, atuou como formadora no curso a distância Mídias na Educação (NCE-USP,/UFPE/MEC) e no projeto Educom.rádio.

Foi vencedora dos prêmios da Union Catholique Internationale de la Presse pelos artigos de educomunicação publicados na Coluna “Pais e Mestres” do Jornal da Tarde – projeto Educom.JT; Prêmio Laura Russo de Jornalismo em reconhecimento pelo trabalho jornalístico realizado no Estadão em defesa das bibliotecas das escolas públicas e Prêmio do Movimento Orgulho Autista por melhor reportagem sobre inclusão.

“Entre 2009 e 2010, tive o grande prazer de ter pela primeira e única vez o cargo de Educomunicadora registrado na minha Carteira de Trabalho pela ONG Viração Educomunicação,” comemora. Atuou como educomunicadora na Plataforma dos Centros Urbanos, iniciativa pioneira do UNICEF para a garantia dos direitos das crianças e adolescentes dos grandes centros urbanos. “Trago muito viva em minha memória todas as histórias de transformação que pudemos acompanhar entre os adolescentes de mais de 40 comunidades populares de São Paulo em áreas de grande vulnerabilidade social,” afirma Maria Rahder em seu currículo pessoal.

Foi consultora para o Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde do Brasil, no âmbito da Cooperação Sul-Sul, financiada pelo PNUD Brasil. Nesse projeto, aplicou a educomunicação para a mudança de comportamento em HIV/AIDS em países africanos. Com essa experiência deu prosseguimento ao seu mestrado sobre direitos humanos defendido pelo Centro Inter-Universitário Europeu para os Direitos Humanos e Democratização em Veneza, Itália.

Onde encontrar a ativista na Internet? Onde houver uma manifestação pelo direito à comunicação e à educação, lá está a educomunicadora contribuindo com as formas de expressão comunicativas dos atores sociais. É o que se percebe no vídeo que produziu sobre a articulação dos estuantes paulistas e sobre a organização dos estudantes coreanos durante o Fórum Mundial de Educação realizado na Coréia do Sul, em 2015.

Virá a Alto Araguaia para participar de três atividades no II Colóquio Mato-grossense de Educomunicação. Participará da mesa de abertura “A Educomunicação no Ensino Superior” e do minicurso “Práticas educomunicativas no Jornalismo“. Também participará da webconferência “Direito à comunicação, empoderamento e protagonismo juvenil“.

 

 


Tudo sobre o II Colóquio Mato-grossense de Educomunicação

Por Laleska Falico

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